sábado, 30 de maio de 2009
Atividade 12 - Avaliação do trabalho realizado
Não estabelecemos metas para cada participante e não delegamos atividades. Isso se refletiu na versão primeira que tivemos que enviar ao grupo 2, que foi incompleta.
A atividade foi realizada, mas acredito que poderia ter sido menos dificil e pesada, caso tivessemos estabelecido uma organização melhor de trabalho.
Entretanto, imagino que nao teremos problemas futuros, uma vez essa organização se estabeleça durante a semana.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Atividade 8 - Proposição de temas
Tipo de texto: Ensaio
Resumo: irei trabalhar nesse texto aspectos relacionados aos impasses éticos apresentados na clínica fonoaudiológica, em suas diversas áreas [motricidade oral, surdez, linguagem, etc].
Tentarei traçar relações teórico-práticas e discutir como de fato as diretrizes éticas da profissão conseguem ser seguidas no ambiente clinico-terapêutico.
Referências:
Código de Ética Em Fonoaudiologia [http://www.fonoaudiologia.com/informa/etica/]
Ética na formação do fonoaudiólogo
[http://www.utp.br/proppe/seminariodepesquisa/PDFs/lp42%20-a6.pdf]
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Atividade 7 - Debate em grupos de discussão
Para mim os mais relevantes dentre eles foram:
-Ética nas diversas profissões (biologia, estatística, fonoaudiologia, etc)
-Bioética: clonagem, pesquisas com células tronco.
sábado, 18 de abril de 2009
Atividade 6.2.2 - Argumentação a favor (RA par)
QUESTÃO: Discussão sobre a especialização em massa dos cientistas
Nos dias atuais e sobretudo no ambiente acadêmico, é clara a grande especialização disponível aos cientistas. Cada vez mais o conhecimento é subdivido e oferecido de forma estanque, com temas bastante específicos.
Exemplo disso pode ser encontrado nas linhas de pesquisas apresentadas por institutos de pós-graduação em nosso país, como é o caso da USP - Campus Bauru:
"Linha 7 - REABILITAÇÃO DAS DEFORMIDADES DENTO-MAXILO-FACIAIS
Compreende estudos sobre deformidades dentárias e do complexo maxilo-facial determinadas pelas fissuras orofaciais e anomalias relacionadas, e, respectivas abordagens preventivas, interceptivas e corretivas."
Percebe-se nesse caso a marcada especificidade da linha de pesquisa, onde o cientista deverá traçar seus estudos baseados nessa premissa de reabilitação das deformidades dentárias e maxilares.
Nota-sa, portanto, que não serão levados em conta dados e conhecimentos acerca do sujeito fissurado labio-palatal, mas sim suas condições ósseo-dentárias, o que pode ser traduzido como uma proposta de estudo bastante específica e não generalista, que abrangeria o sujeito como um tudo.
Outro exemplo de abuso da especialização nos cuidados com seres humanos pode ser encontrado na seguinte linha de pesquisa, apresentrada pelo Departamento de Fonoaudiologia da Universidade Federal de São Paulo:
- Avaliação, Prevenção e Tratamento dos Distúrbios de Audição por meio de Auxiliares de Audição.
Descrição: Intervenção fonoaudiológica na deficiência auditiva através de recursos instrumentais (próteses auditivas).
Sabe-se que tais disturbios são bastante numerosos e nem todos eles utilizam / necessitam de recuros instrumentais para sua eficaz reabilitação.
Um estudante que opte por uma linha de pesquisa como essa fatalmente acabará restringindo suas possibilidades de atuação e de adquirir conhecimentos amplos acerca do sujeito com quem está lidando e cuidando.
Esses foram apenas alguns exemplos claros de como a especialização de nossos cientistas pode (e vem sendo) bastante negativa para a produção de conhecimento nacional e também para a formação de profissionais da área da saúde.
Uma solução viável, seguindo minha linha de raciocínio aqui exposta, seria criar linhas de pesquisas mais abrangentes e não tão específicas, que permitisse ao cientista pesquisador adquirir conhecimentos que o levassem a um pensamento generalista pois, como torna-se óbvio, quem conhece o todo tem melhores e maiores condições de destrinchar esse todo em pormenores, ao contrário de quem apenas conhece uma parte: nunca se terá noção do tamanho e multiplicidade de onde essa parte está alocada.
FONTES:
www.unifesp.br
www.centrinho.usp.br
Atividade 6.2.1 - Argumentação a favor (RA par)
QUESTÃO: A importância de se discutir a neutralidade da Ciência
A questão da neutralidade na Ciência é sem dúvida um tema a ser extensamente trabalhado.
Dessa forma, sinto-me instigada a tecer alguns comentários a respeito.
Antes de ingressar numa universidade com grande produção de pesquisas, muitos alunos estão acostumados ao discurso de que produção literária é uma coisa e questões científicas são outras, sendo essas ultimas livres de qualquer posicionamento de opinião de seus autores.
No momento em que as "regras do jogo" da pesquisa e do estudo científico são colocadas à mesa, os estudantes percebem que tudo começa com o olhar, a observação de determinado ambiente e suas causuísticas, que por sua vez o levarão a levantar um problema, uma questão, uma inquietação que seja pertinente e passível de estudo, que possa trazer melhorias àquele ambiente.
Já aqui, ve-se que a ciência nas pesquisas tem sua gênese na visão que um sujeito tem sobre o que encontra ao seu redor, sobre as leituras que faz utilizando seus conhecimentos já adquiridos.
Considero ser extremamente difícil, que dirá impossível construirmos ciência sem acrescentarmos a ela nosso toque pessoal, sem emprestarmos aos nossos relatórios científicos nossa visão do problema, sendo essa construída com as ferramentas sociais e pessoais que fomos coletando ao longo de nossa caminhada de vida e acadêmica.
Nesse sentido, comungo com o autor do texto que o tema Neutralidade em Ciência deve ainda ser bastante debatido, essencialmente em ambientes acadêmicos, para que nossos futuros cientistas mostrem-se críticos à prerrogativa de que devem se manter distantes de suas produções e estudos cientificos: o bom cientista é aquele que usa de suas ferramentas internas para exteriorizar conhecimentos para o mundo.
Atividade 6.1 - Postagem de Comentários
- http://am038grebecchi.blogspot.com/2009/04/missao-5-estrutura-do-texto-cientifico.html
- http://renatoperondasilva.blogspot.com/2009/04/atividade-5b-estrutura-do-texto.html
- http://liciacosta.blogspot.com/2009/04/identificacao-dos-elementos-de-texto.html
- http://pri-am038.blogspot.com/2009/04/atividade-52-consideracoes-sobre.html
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Atividade 5
- Questões acadêmicas abordadas no texto:
O texto em questão discute questões de cunho acadêmico como a discussão acerca do estabelecimento de delimitações entre arte, ciencia, religião, sociedade. Acredito ser também de extrema relevância a discussão sobre a "especialização em massa" dos cientistas sociais, que ficam focalizados em um unico problema de estudo e acabam não analisando a situação como um tudo, em todas as suas particularidades.
Acho importante ressaltar esse ultimo tópico, uma vez que na minha área de atuação, a fonoaudiologia, mescla conhecimentos de areas diversas, inclusive das ciências sociais. Nesse sentido temos batalhado muito para que profissionais da fonoaudiologia tenham cada vez mais consciência do ser humano como um ser complexo, envolto em uma sociedade igualmente diversificada.
- Principais elementos do texto:
Título: Variações sobre a arte e ciência
Autor: Otávio Ianni - filiação: professor emérito da faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade Estadual de São Paulo
Palavras- chave: não constam
Resumo: O texto traz à tona a discussão acerca da arte e da ciência, fazendo levantamentos, por exemplo, sobre como atualmente os cientistas têm cedido às exigencias de instituições e organizações que desejam transformar arte em algo "tecnificável". Ao longo do texto o autor discute situações em que arte e ciência se mesclam em detrimento de momentos em que são tomadas como conhecimentos díspares.
Referências:
BERMAN, Marshall. (1999), Aventuras no marxismo. São Paulo, Cia. das Letras.
BOHM, David. (1998), On creativity. Londres, Routledge.
CHANDRASEKHAR, S. (1990), Truth and beauty. Chicago, The University of Chicago Press.
DAEDALUS, (1974). “Art and science”, American Annals of Arts and Science, 115 (3),Paris,
Unesco.
COPÉRNICO, Nicolau. (1984), As revoluções dos orbes celestes. Trad. de A. Dias Gomes e
Gabriel Domingues. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
FELLMANN, Ferdinand. (1984), Fenomenología y expresionismo. Barcelona, Alfa.
GADAMER, Hans-Georg. (1990), La herencia de Europa. Barcelona, Península.
GOLDMANN, Lucien. (1967), Dialética e cultura. Rio de Janeiro, Paz e Terra.
HABERMAS, Jurgen. (2002), O discurso filosófico da modernidade. São Paulo, Martins Fontes.
HOBBES, Thomas. (1974), Leviatã ou matéria, forma e poder de um estado eclesiástico e civil.
Trad. de João Paulo Monteiro e Maria Beatriz Nizza da Silva. São Paulo, Abril
Cultural.
KAUFMANN, Walter. (1991), Goethe, Kant e Hegel. New Brunswick, Transaction Publishers.
LEPENIES, Wolf. (1996), As três culturas. São Paulo, Edusp.
_____. (1974), “O 18 Brumário de Luís Bonaparte”. Trad. de Leandro Konder. In:
_____. Manuscritos econômico-filosóficos e outros textos escolhidos. Seleção de José Arthur
Gianotti. São Paulo, Abril Cultural.
MARX, Karl. (1968), O capital. Trad. de Reginaldo Sant’Anna. Rio de Janeiro, Civilização
Brasileira, 3 vols.
MILLER, Arthur I. (2001), Einstein, Picasso: space, time, and the beauty that causes havoc.
Nova York, Basic Books.
NISBET, Robert. (1976), Sociology as an art form. Oxford, Oxford University Press.
RINGER, Fritz K. (2000), O declínio dos mandarins alemães. São Paulo, Edusp.
TEXO: " Considerações sobre a neutralidade da Ciência"
- Questões acadêmicas abordadas no texto:
Nesse texto percebi as seguintes questões de importancia academica: a importancia de se discutir a neutralidade científica e a relevante introdução dos PCN na discussão.
A neutralidade cientifica torna-se ponto importante de ser discutido em ambiente acadêmico uma vez que esse é berço para a maioria das produções cientificas.
Já a utilização dos PCN como forma de ilustrar a discussão traz à tona um importante documento e diretriz utilizado justamante para formar futuros cientistas com noção de que a Ciência não é neutra.
- Principais elementos do texto:
Título: Considerações sobre a neutralidade da Ciência
Autor: Marcos Alberto de Oliveira - Filiação: Professor Associado à Faculdade de Educação da Universidade Estadual de São Paulo
Palavras-chave: "Ciência; tecnologia; neutralidade; relativismo; imparcialidade;
Lacey."
Resumo: "O texto apresenta uma discussão da tese da neutralidade da ciência,
tomando como ponto de partida algumas formulações dos Parâmetros
Curriculares Nacionais. A neutralidade é analisada em três componentes: a
imparcialidade, a neutralidade aplicada e a neutralidade cognitiva. Procura-se
mostrar que, para não se cair no relativismo, a imparcialidade deve ser mantida,
mas a neutralidade aplicada não se sustenta, nem como fato nem como valor."
Desenvolvimento: O autor desenvolve seu texto intruduzindo como os PCN trazem em seu corpo a tese de nao neutralidade. Seguindo seu raciocínio, o autor levanta as caracteristicas do racionalismo e do relativismo e retoma o seu objeto central, a tese de não-neutralidade da ciência. Uma das idéias principais discutidas é de como jsutificar a tese de não-neutralidade sem tornar-se relativista. Ao final da discussão o autor conclui que a tese da não-neutralidade na ciência instiga o senso crítico da sociedae e ao mesmo tempo não é ameça à tese da imparcialidade que, segundo o autor, é essencial para se evitar o relativismo.
Referências:
______. Parâmetros Curriculares Nacionais, 1a à 4a séries da Educação Fundamental,
vol. 4 – Ciências Naturais. Brasília: Ministério da Educação e do
Desporto / Secretaria de Educação Fundamental, 1997.
LACEY, H. Valores e atividade científica. São Paulo: Discurso Editorial, 1998.
______. Is science value free?: values and scientific understanding. Londres e
Nova York: Routledge, 1999.
______. A tecnociência e os valores do Fórum Social Mundial. In: LOUREIRO,
I., CEVASCO, M.E. e LEITE, J.C. (org.), O espírito de Porto Alegre, São
Paulo: Paz e Terra, 2002.
BARBOSA DE OLIVEIRA, M.B. Desmercantilizar a tecnociência. In:
SANTOS, B.S. (org.). Um discurso sobre as ciências revisitado. São
Paulo: Cortez, no prelo.
SARDAR, Z. Thomas Kuhn and the science wars. Cambridge: Icon Books,
2000.
SHIVA, V. The violence of the green revolution : third world agriculture, ecology
and politics. Londres e Nova York: Zed Books, 1991.
